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Nossa história de hoje se passa numa fazenda na região rural de Buenos Aires. Tudo começa em 1999, com a fotógrafa Alessandra Sanguinetti e suas inseparáveis amigas e primas Guillermina e Belinda. Alessandra nasceu em Nova York, mas viveu por 33 anos na Argentina. É fotojornalista, fotógrafa documental e membro da respeitada Agência Magnum.
As aventuras de Guille e Belinda [+] http://goo.gl/gMY8Pg Nossa história de hoje se passa numa fazenda na região rural de Buenos Aires. Tudo começa em 1999, com a fotógrafa Alessandra Sanguinetti e suas inseparáveis amigas e primas Guillermina e Belinda. Alessandra nasceu em Nova York, mas viveu por 33 anos na Argentina. É fotojornalista, fotógrafa documental e membro da respeitada Agência Magnum.
As aventuras de Guille e Belinda [+] http://goo.gl/gMY8Pg Nossa história de hoje se passa numa fazenda na região rural de Buenos Aires. Tudo começa em 1999, com a fotógrafa Alessandra Sanguinetti e suas inseparáveis amigas e primas Guillermina e Belinda. Alessandra nasceu em Nova York, mas viveu por 33 anos na Argentina. É fotojornalista, fotógrafa documental e membro da respeitada Agência Magnum.
As aventuras de Guille e Belinda [+] http://goo.gl/gMY8Pg Nossa história de hoje se passa numa fazenda na região rural de Buenos Aires. Tudo começa em 1999, com a fotógrafa Alessandra Sanguinetti e suas inseparáveis amigas e primas Guillermina e Belinda. Alessandra nasceu em Nova York, mas viveu por 33 anos na Argentina. É fotojornalista, fotógrafa documental e membro da respeitada Agência Magnum.
As aventuras de Guille e Belinda [+] http://goo.gl/gMY8Pg

Nossa história de hoje se passa numa fazenda na região rural de Buenos Aires. Tudo começa em 1999, com a fotógrafa Alessandra Sanguinetti e suas inseparáveis amigas e primas Guillermina e Belinda. Alessandra nasceu em Nova York, mas viveu por 33 anos na Argentina. É fotojornalista, fotógrafa documental e membro da respeitada Agência Magnum.

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#dicas Fotografar casais é uma tarefa completamente apaixonante. É se envolvendo naquele clima de amor que o fotógrafo consegue captar imagens que irão contar mais que a história do casal; elas permanecerão na eternidade como o mais puro registro de sentimento.Fotografando casais apaixonados com criatividade [+] http://goo.gl/utha90

#dicas Fotografar casais é uma tarefa completamente apaixonante. É se envolvendo naquele clima de amor que o fotógrafo consegue captar imagens que irão contar mais que a história do casal; elas permanecerão na eternidade como o mais puro registro de sentimento.

Fotografando casais apaixonados com criatividade [+] http://goo.gl/utha90

Joey Lawrence é um desses talentos que inspiram e renovam a fotografia. Com apenas 21 anos, Joey L como prefere ser chamado, conquistou clientes importantes apresentando uma fotografia criativa com um esquema de iluminação e edição hiper-realista.
[ Joey L: um jovem talento ] Joey Lawrence é um desses talentos que inspiram e renovam a fotografia. Com apenas 21 anos, Joey L como prefere ser chamado, conquistou clientes importantes apresentando uma fotografia criativa com um esquema de iluminação e edição hiper-realista.
[ Joey L: um jovem talento ] Joey Lawrence é um desses talentos que inspiram e renovam a fotografia. Com apenas 21 anos, Joey L como prefere ser chamado, conquistou clientes importantes apresentando uma fotografia criativa com um esquema de iluminação e edição hiper-realista.
[ Joey L: um jovem talento ] Joey Lawrence é um desses talentos que inspiram e renovam a fotografia. Com apenas 21 anos, Joey L como prefere ser chamado, conquistou clientes importantes apresentando uma fotografia criativa com um esquema de iluminação e edição hiper-realista.
[ Joey L: um jovem talento ] Joey Lawrence é um desses talentos que inspiram e renovam a fotografia. Com apenas 21 anos, Joey L como prefere ser chamado, conquistou clientes importantes apresentando uma fotografia criativa com um esquema de iluminação e edição hiper-realista.
[ Joey L: um jovem talento ] Joey Lawrence é um desses talentos que inspiram e renovam a fotografia. Com apenas 21 anos, Joey L como prefere ser chamado, conquistou clientes importantes apresentando uma fotografia criativa com um esquema de iluminação e edição hiper-realista.
[ Joey L: um jovem talento ]

Joey Lawrence é um desses talentos que inspiram e renovam a fotografia. Com apenas 21 anos, Joey L como prefere ser chamado, conquistou clientes importantes apresentando uma fotografia criativa com um esquema de iluminação e edição hiper-realista.

Joey L: um jovem talento ]

A série Children, também assinada por Steve, tem pelo menos 20 anos de história. McCurry fotografou a infância em todos os países por onde pisou. Entre tantas diferenças culturais, uma semelhança chama a atenção nos retratos: apesar da ingenuidade e da dor, as crianças ainda carregam a inocência e o medo, que transborda em olhares intensos e enigmáticos.
[ Children, por Steve McCurry ] A série Children, também assinada por Steve, tem pelo menos 20 anos de história. McCurry fotografou a infância em todos os países por onde pisou. Entre tantas diferenças culturais, uma semelhança chama a atenção nos retratos: apesar da ingenuidade e da dor, as crianças ainda carregam a inocência e o medo, que transborda em olhares intensos e enigmáticos.
[ Children, por Steve McCurry ] A série Children, também assinada por Steve, tem pelo menos 20 anos de história. McCurry fotografou a infância em todos os países por onde pisou. Entre tantas diferenças culturais, uma semelhança chama a atenção nos retratos: apesar da ingenuidade e da dor, as crianças ainda carregam a inocência e o medo, que transborda em olhares intensos e enigmáticos.
[ Children, por Steve McCurry ] A série Children, também assinada por Steve, tem pelo menos 20 anos de história. McCurry fotografou a infância em todos os países por onde pisou. Entre tantas diferenças culturais, uma semelhança chama a atenção nos retratos: apesar da ingenuidade e da dor, as crianças ainda carregam a inocência e o medo, que transborda em olhares intensos e enigmáticos.
[ Children, por Steve McCurry ]

A série Children, também assinada por Steve, tem pelo menos 20 anos de história. McCurry fotografou a infância em todos os países por onde pisou. Entre tantas diferenças culturais, uma semelhança chama a atenção nos retratos: apesar da ingenuidade e da dor, as crianças ainda carregam a inocência e o medo, que transborda em olhares intensos e enigmáticos.

[ Children, por Steve McCurry ]

Com imagens monocromáticas e sóbrias, Silvia enxerga a beleza no contraste dos tons. Sua tendência obsessiva pelo preto tem muita relação com o desvio e a concentração de atenção que só esse estilo de fotografia produz: o foco nos detalhes, a leitura que começa nos tons claros e caminha para as sombras.
[ O universo místico de Silvia Grav ] Com imagens monocromáticas e sóbrias, Silvia enxerga a beleza no contraste dos tons. Sua tendência obsessiva pelo preto tem muita relação com o desvio e a concentração de atenção que só esse estilo de fotografia produz: o foco nos detalhes, a leitura que começa nos tons claros e caminha para as sombras.
[ O universo místico de Silvia Grav ] Com imagens monocromáticas e sóbrias, Silvia enxerga a beleza no contraste dos tons. Sua tendência obsessiva pelo preto tem muita relação com o desvio e a concentração de atenção que só esse estilo de fotografia produz: o foco nos detalhes, a leitura que começa nos tons claros e caminha para as sombras.
[ O universo místico de Silvia Grav ] Com imagens monocromáticas e sóbrias, Silvia enxerga a beleza no contraste dos tons. Sua tendência obsessiva pelo preto tem muita relação com o desvio e a concentração de atenção que só esse estilo de fotografia produz: o foco nos detalhes, a leitura que começa nos tons claros e caminha para as sombras.
[ O universo místico de Silvia Grav ] Com imagens monocromáticas e sóbrias, Silvia enxerga a beleza no contraste dos tons. Sua tendência obsessiva pelo preto tem muita relação com o desvio e a concentração de atenção que só esse estilo de fotografia produz: o foco nos detalhes, a leitura que começa nos tons claros e caminha para as sombras.
[ O universo místico de Silvia Grav ]

Com imagens monocromáticas e sóbrias, Silvia enxerga a beleza no contraste dos tons. Sua tendência obsessiva pelo preto tem muita relação com o desvio e a concentração de atenção que só esse estilo de fotografia produz: o foco nos detalhes, a leitura que começa nos tons claros e caminha para as sombras.

O universo místico de Silvia Grav ]

Numa boa fotografia, a relação retratista x retratado é primordial, porque a forma como o fotógrafo dirige a cena define sua personalidade como artista. O gaúcho Juliano Coelho sempre busca a feminilidade e a delicadeza em suas imagens, se inspirando na pintura, no cinema, na literatura e na música.
[ Juliano Coelho, o retratista da alma feminina ] Numa boa fotografia, a relação retratista x retratado é primordial, porque a forma como o fotógrafo dirige a cena define sua personalidade como artista. O gaúcho Juliano Coelho sempre busca a feminilidade e a delicadeza em suas imagens, se inspirando na pintura, no cinema, na literatura e na música.
[ Juliano Coelho, o retratista da alma feminina ] Numa boa fotografia, a relação retratista x retratado é primordial, porque a forma como o fotógrafo dirige a cena define sua personalidade como artista. O gaúcho Juliano Coelho sempre busca a feminilidade e a delicadeza em suas imagens, se inspirando na pintura, no cinema, na literatura e na música.
[ Juliano Coelho, o retratista da alma feminina ] Numa boa fotografia, a relação retratista x retratado é primordial, porque a forma como o fotógrafo dirige a cena define sua personalidade como artista. O gaúcho Juliano Coelho sempre busca a feminilidade e a delicadeza em suas imagens, se inspirando na pintura, no cinema, na literatura e na música.
[ Juliano Coelho, o retratista da alma feminina ]

Numa boa fotografia, a relação retratista x retratado é primordial, porque a forma como o fotógrafo dirige a cena define sua personalidade como artista. O gaúcho Juliano Coelho sempre busca a feminilidade e a delicadeza em suas imagens, se inspirando na pintura, no cinema, na literatura e na música.

Juliano Coelho, o retratista da alma feminina ]

Em “Diários”, João Guedes registra mulheres que se entregam à sua ideia de fotografá-las em momentos íntimos e especiais. O projeto não é nenhuma coleção de fotografias sensuais de olhar machista, pelo contrário: ele busca a sensualidade no simples. “Sempre me encantou a delicadeza da força feminina nos gestos mais simples, como amarrar o cabelo, escrever, dormir, tomar uma xícara de café”. Antes de qualquer coisa, o fotógrafo respeita a mulher como mulher. Os ensaios são poesias condensadas em luzes difusas, onde muito se esconde e muito se revela. Entre sombras e contornos, surge a figura feminina banhada em sutileza e encanto.
[ João Guedes, a beleza do intimismo ] Em “Diários”, João Guedes registra mulheres que se entregam à sua ideia de fotografá-las em momentos íntimos e especiais. O projeto não é nenhuma coleção de fotografias sensuais de olhar machista, pelo contrário: ele busca a sensualidade no simples. “Sempre me encantou a delicadeza da força feminina nos gestos mais simples, como amarrar o cabelo, escrever, dormir, tomar uma xícara de café”. Antes de qualquer coisa, o fotógrafo respeita a mulher como mulher. Os ensaios são poesias condensadas em luzes difusas, onde muito se esconde e muito se revela. Entre sombras e contornos, surge a figura feminina banhada em sutileza e encanto.
[ João Guedes, a beleza do intimismo ] Em “Diários”, João Guedes registra mulheres que se entregam à sua ideia de fotografá-las em momentos íntimos e especiais. O projeto não é nenhuma coleção de fotografias sensuais de olhar machista, pelo contrário: ele busca a sensualidade no simples. “Sempre me encantou a delicadeza da força feminina nos gestos mais simples, como amarrar o cabelo, escrever, dormir, tomar uma xícara de café”. Antes de qualquer coisa, o fotógrafo respeita a mulher como mulher. Os ensaios são poesias condensadas em luzes difusas, onde muito se esconde e muito se revela. Entre sombras e contornos, surge a figura feminina banhada em sutileza e encanto.
[ João Guedes, a beleza do intimismo ] Em “Diários”, João Guedes registra mulheres que se entregam à sua ideia de fotografá-las em momentos íntimos e especiais. O projeto não é nenhuma coleção de fotografias sensuais de olhar machista, pelo contrário: ele busca a sensualidade no simples. “Sempre me encantou a delicadeza da força feminina nos gestos mais simples, como amarrar o cabelo, escrever, dormir, tomar uma xícara de café”. Antes de qualquer coisa, o fotógrafo respeita a mulher como mulher. Os ensaios são poesias condensadas em luzes difusas, onde muito se esconde e muito se revela. Entre sombras e contornos, surge a figura feminina banhada em sutileza e encanto.
[ João Guedes, a beleza do intimismo ]

Em “Diários”, João Guedes registra mulheres que se entregam à sua ideia de fotografá-las em momentos íntimos e especiais. O projeto não é nenhuma coleção de fotografias sensuais de olhar machista, pelo contrário: ele busca a sensualidade no simples. “Sempre me encantou a delicadeza da força feminina nos gestos mais simples, como amarrar o cabelo, escrever, dormir, tomar uma xícara de café”Antes de qualquer coisa, o fotógrafo respeita a mulher como mulher. Os ensaios são poesias condensadas em luzes difusas, onde muito se esconde e muito se revela. Entre sombras e contornos, surge a figura feminina banhada em sutileza e encanto.

João Guedes, a beleza do intimismo ]

Eles disseram adeus ao capitalismo, aos vícios do consumismo e até negaram a comunicação de massa. O grupo Rainbow Gathering já existe há 39 anos, e o seu objetivo é reunir num mesmo espaço pessoas de diferentes culturas e pensamentos que estão compartilhando o mesmo propósito: uma vivência totalmente alheia aos propósitos do mundo atual.
[ Rainbow Gathering, retratos da contracultura ]  Eles disseram adeus ao capitalismo, aos vícios do consumismo e até negaram a comunicação de massa. O grupo Rainbow Gathering já existe há 39 anos, e o seu objetivo é reunir num mesmo espaço pessoas de diferentes culturas e pensamentos que estão compartilhando o mesmo propósito: uma vivência totalmente alheia aos propósitos do mundo atual.
[ Rainbow Gathering, retratos da contracultura ] 

Eles disseram adeus ao capitalismo, aos vícios do consumismo e até negaram a comunicação de massa. O grupo Rainbow Gathering já existe há 39 anos, e o seu objetivo é reunir num mesmo espaço pessoas de diferentes culturas e pensamentos que estão compartilhando o mesmo propósito: uma vivência totalmente alheia aos propósitos do mundo atual.

Rainbow Gathering, retratos da contracultura

Suas obras são produzidas por duas etapas principais: a criação e execução da ideia, e a finalização através de softwares de edição. Na primeira, Ben observa um cenário real e cria, a partir dele, novos objetos e novas situações, tomando o cuidado de se deter aos pequenos detalhes que unem o desenho à fotografia. 
[ Câmera X Lápis: Um duelo de mestre ]  Suas obras são produzidas por duas etapas principais: a criação e execução da ideia, e a finalização através de softwares de edição. Na primeira, Ben observa um cenário real e cria, a partir dele, novos objetos e novas situações, tomando o cuidado de se deter aos pequenos detalhes que unem o desenho à fotografia. 
[ Câmera X Lápis: Um duelo de mestre ] 

Suas obras são produzidas por duas etapas principais: a criação e execução da ideia, e a finalização através de softwares de edição. Na primeira, Ben observa um cenário real e cria, a partir dele, novos objetos e novas situações, tomando o cuidado de se deter aos pequenos detalhes que unem o desenho à fotografia. 

Câmera X Lápis: Um duelo de mestre

Marcelo Camelo, 34 anos, carioca, barbudo, cantor, compositor, guitarrista, poeta do amor e fotógrafo. Isso mesmo, fotógrafo! Entre as infinitas coisas que Marcelo faz muito bem, a fotografia tem um significado muito especial. Sua sensibilidade em combinar perfeitamente palavras para traduzir o amor lhe fez sentir e enxergar o mundo de outra forma. 
[ Os retratos de Mallu, por Marcelo Camelo ] Marcelo Camelo, 34 anos, carioca, barbudo, cantor, compositor, guitarrista, poeta do amor e fotógrafo. Isso mesmo, fotógrafo! Entre as infinitas coisas que Marcelo faz muito bem, a fotografia tem um significado muito especial. Sua sensibilidade em combinar perfeitamente palavras para traduzir o amor lhe fez sentir e enxergar o mundo de outra forma. 
[ Os retratos de Mallu, por Marcelo Camelo ]

Marcelo Camelo, 34 anos, carioca, barbudo, cantor, compositor, guitarrista, poeta do amor e fotógrafo. Isso mesmo, fotógrafo! Entre as infinitas coisas que Marcelo faz muito bem, a fotografia tem um significado muito especial. Sua sensibilidade em combinar perfeitamente palavras para traduzir o amor lhe fez sentir e enxergar o mundo de outra forma. 

Os retratos de Mallu, por Marcelo Camelo ]

Falar nos faz perder a liberdade e a razão, nos faz expor interpretações erradas e que, algumas vezes, são muito menores do que realmente significam pra nós. Basta dizer que, em algum momento, nossas vidas são transformadas por desconhecidos e que estes desconhecidos acabam se tornando nossas próprias vidas. Apresento-lhes Rodrigo Benatti, minha maior influência.
[ entrevista com Rodrigo Benatti ] Falar nos faz perder a liberdade e a razão, nos faz expor interpretações erradas e que, algumas vezes, são muito menores do que realmente significam pra nós. Basta dizer que, em algum momento, nossas vidas são transformadas por desconhecidos e que estes desconhecidos acabam se tornando nossas próprias vidas. Apresento-lhes Rodrigo Benatti, minha maior influência.
[ entrevista com Rodrigo Benatti ]

Falar nos faz perder a liberdade e a razão, nos faz expor interpretações erradas e que, algumas vezes, são muito menores do que realmente significam pra nós. Basta dizer que, em algum momento, nossas vidas são transformadas por desconhecidos e que estes desconhecidos acabam se tornando nossas próprias vidas. Apresento-lhes Rodrigo Benatti, minha maior influência.

[ entrevista com Rodrigo Benatti ]