>

"

Como é bela a fotografia
Lembranças em papel brilhante
E assim eu jamais esqueceria
Os olhares de um momento radiante

Como é bela a fotografia
O sol nós fazemos prisioneiro
E assim eu jamais esqueceria
Os vestidos das moças em veraneio

Em preto e branco, em 1/50 de segundo
Ela encanta também os amadores
E depois redescobrimos nela o mundo
Como se ainda estivesse em cores

Como é bela a fotografia
Não se mexa! O amor vai passar
E assim eu jamais esqueceria
Seu rosto no instantâneo a me fitar

Não se mexa!

Como é bela a fotografia
Em papel mate, todos os amantes
E assim eu jamais esqueceria
Os bons momentos que vivemos antes

Como é bela a fotografia
O lugar e o instante escolhidos
E assim eu jamais esqueceria
As moças com bolinhas nos vestidos

Em preto e branco, ela muda tudo
Ela encanta também os amadores
Eu vejo o álbum e logo me iludo
Vendo o mundo ressurgir em cores

Como é bela a fotografia
Não se mexa! O amor vai passar
1, 2 , 3, e esta cena eu guardaria
para depois, ampliada, emoldurar

Não se mexa!

Atenção 1, 2 , 3, e clic!
Um sorriso para toda a eternidade.

"

Les Frères Jacques
Nascido como Elio Romano Ervitz, em 26 de julho de 1928, em Paris, ficou mundialmente conhecido como Elliott Erwitt. Filho de judeus-russos, passou a infância em Milão, e logo em seguida se mudou para os Estados Unidos. Vivendo em Hollywood, Erwitt se interessou por fotografia e começou a trabalhar num laboratório comercial antes de começar a fotografar realmente. No ano de 1948, se mudou para Nova Iorque e começou a estudar cinema. Serviu o exército americano, em 1951, em unidades na Alemanha e na França. Neste período de serviços militares executou várias tarefas fotográficas.
[+] http://goo.gl/1e9MXq Nascido como Elio Romano Ervitz, em 26 de julho de 1928, em Paris, ficou mundialmente conhecido como Elliott Erwitt. Filho de judeus-russos, passou a infância em Milão, e logo em seguida se mudou para os Estados Unidos. Vivendo em Hollywood, Erwitt se interessou por fotografia e começou a trabalhar num laboratório comercial antes de começar a fotografar realmente. No ano de 1948, se mudou para Nova Iorque e começou a estudar cinema. Serviu o exército americano, em 1951, em unidades na Alemanha e na França. Neste período de serviços militares executou várias tarefas fotográficas.
[+] http://goo.gl/1e9MXq Nascido como Elio Romano Ervitz, em 26 de julho de 1928, em Paris, ficou mundialmente conhecido como Elliott Erwitt. Filho de judeus-russos, passou a infância em Milão, e logo em seguida se mudou para os Estados Unidos. Vivendo em Hollywood, Erwitt se interessou por fotografia e começou a trabalhar num laboratório comercial antes de começar a fotografar realmente. No ano de 1948, se mudou para Nova Iorque e começou a estudar cinema. Serviu o exército americano, em 1951, em unidades na Alemanha e na França. Neste período de serviços militares executou várias tarefas fotográficas.
[+] http://goo.gl/1e9MXq

Nascido como Elio Romano Ervitz, em 26 de julho de 1928, em Paris, ficou mundialmente conhecido como Elliott Erwitt. Filho de judeus-russos, passou a infância em Milão, e logo em seguida se mudou para os Estados Unidos. Vivendo em Hollywood, Erwitt se interessou por fotografia e começou a trabalhar num laboratório comercial antes de começar a fotografar realmente. No ano de 1948, se mudou para Nova Iorque e começou a estudar cinema. Serviu o exército americano, em 1951, em unidades na Alemanha e na França. Neste período de serviços militares executou várias tarefas fotográficas.

[+] http://goo.gl/1e9MXq

Não sei se vocês estão sabendo, mas estamos com um Fotografe uma Ideia totalmente novo e feito especialmente para os apaixonados por fotografia. Com um layout moderno, dinâmico e muito mais fácil de navegar, o FUI 2014 traz o melhor do melhor quando o assunto é fotografia. [+] Clique nesta ideia! http://fotografeumaideia.com.br/2014/

Não sei se vocês estão sabendo, mas estamos com um Fotografe uma Ideia totalmente novo e feito especialmente para os apaixonados por fotografia. Com um layout moderno, dinâmico e muito mais fácil de navegar, o FUI 2014 traz o melhor do melhor quando o assunto é fotografia. 

[+] Clique nesta ideia! http://fotografeumaideia.com.br/2014/

“Tirar uma foto, é ter interesse pelas coisas como elas são, pela permanência do status quo (pelo menos enquanto for necessário para tirar uma “boa” foto), é estar em cumplicidade com o que quer que torne um tema interessante e digno de se fotografar – até mesmo, quando for esse o foco de interesse, com a dor e a desgraça de outra pessoa.” — Susan Sontag

“Tirar uma foto, é ter interesse pelas coisas como elas são, pela permanência do status quo (pelo menos enquanto for necessário para tirar uma “boa” foto), é estar em cumplicidade com o que quer que torne um tema interessante e digno de se fotografar – até mesmo, quando for esse o foco de interesse, com a dor e a desgraça de outra pessoa.” 
— Susan Sontag

"Fotografia pra mim era uma diversão, e hoje é uma máquina do tempo. Eu mergulho na fotografia pra buscar as recordações."

Wilson Baptista
Agradeço!

Agradeço!

“Onde terá ficado aquela criança que apenas conhece da fotografia e cuja memória há muito se perdeu na sedimentação dos dias? Não se recorda quando se separaram. Quando um deixou de ser o outro. Onde está nele aquela criança? O homem que é hoje é o resultado de todos os dias daquela criança? E se os dias tivessem sido outros, seria outro homem? Se ele pudesse apagar alguns dias, seriam todos os outros suficientes para para ele ser quem hoje é? Apagar alguns dias. Apagar um dia, que fosse aquele dia. Será o homem apenas o conjunto das suas memórias ou será antes a soma de todos os seus esquecimentos?”

Joaquim Mestre, O Perfumista

Cego é aquele que não quer ver. Não existe nenhum obstáculo que não possa ser vencido com muita determinação e coragem. Apesar dos olhos serem as principais ferramentas de um fotógrafo, eles não são os únicos.Conheça o emocionante trabalho de Amy Hildebrand [+] http://migre.me/eUaLt{ foto: http://www.flickr.com/photos/greg-pths }

Cego é aquele que não quer ver. Não existe nenhum obstáculo que não possa ser vencido com muita determinação e coragem. Apesar dos olhos serem as principais ferramentas de um fotógrafo, eles não são os únicos.

Conheça o emocionante trabalho de Amy Hildebrand [+] http://migre.me/eUaLt

{ foto: http://www.flickr.com/photos/greg-pths }

Eu peguei um álbum de retratos da nossa família. Você aparece em algumas fotos, algumas poucas. São poucas, mas são suficientes para matar a enorme saudade que tenho, e que dói aqui dentro. A saudade me consome e me faz chorar sempre que me lembro de ti. Você se foi antes mesmo de eu ter uma câmera, partiu sem me dar a oportunidade de te fotografar. Como eu queria um retrato seu para chamar de meu! 
Estou sentada aqui na varanda, olhando em direção à sua casa. Quantas tardes nos sentamos juntas na sua varanda para conversar… Dói. Sua cadeira de balanço não está mais lá. Sabe do que eu tenho mais medo? De algum dia esquecer. Eu me lembro de que nós íamos até a porta da cozinha, olhávamos lá para fora esperando que alguma pinha caísse. Lembro também de que no seu quarto havia um frasco de perfume de laranja – e que não era muito bom. Todo final de tarde eu ia até a sua casa te buscar para tomar chimarrão com minha mãe. Acompanhava cada passo lento, resultado da osteoporose que deixou seus ossos fracos. Todo domingo você assista ao sorteio da Tele Sena, você adorava o Sílvio Santos. Lembra que me prometeu um buggy se ganhasse? 
Tenho um porta-retrato com uma foto nossa no casamento de tia Márcia. Eu devia ter três anos, não sei ao certo. Quando você se foi, eu peguei o seu porta-retrato com a nossa foto também. Tenho os dois, mas parece pouco. 
Olhando para esse retrato, estou tentando me lembrar da sua voz, de como você falava comigo. Tento recordar também da sua risada. É em vão, não consigo. Por que o tempo faz isso? Por que ele vai desaparecendo com as nossas melhores lembranças? 
Eu ainda me lembro das histórias, mas tenho medo de esquecê-las.  Hoje, me apego aos teus poucos retratos, os quais não me canso de olhar. Enquanto olho, vasculho minhas memórias atrás de outra história sua, outra lembrança nossa.
[+] post publicado: Como eu queria um retrato seu para chamar de meu

Eu peguei um álbum de retratos da nossa família. Você aparece em algumas fotos, algumas poucas. São poucas, mas são suficientes para matar a enorme saudade que tenho, e que dói aqui dentro. A saudade me consome e me faz chorar sempre que me lembro de ti. Você se foi antes mesmo de eu ter uma câmera, partiu sem me dar a oportunidade de te fotografar. Como eu queria um retrato seu para chamar de meu! 

Estou sentada aqui na varanda, olhando em direção à sua casa. Quantas tardes nos sentamos juntas na sua varanda para conversar… Dói. Sua cadeira de balanço não está mais lá. Sabe do que eu tenho mais medo? De algum dia esquecer. Eu me lembro de que nós íamos até a porta da cozinha, olhávamos lá para fora esperando que alguma pinha caísse. Lembro também de que no seu quarto havia um frasco de perfume de laranja – e que não era muito bom. Todo final de tarde eu ia até a sua casa te buscar para tomar chimarrão com minha mãe. Acompanhava cada passo lento, resultado da osteoporose que deixou seus ossos fracos. Todo domingo você assista ao sorteio da Tele Sena, você adorava o Sílvio Santos. Lembra que me prometeu um buggy se ganhasse? 

Tenho um porta-retrato com uma foto nossa no casamento de tia Márcia. Eu devia ter três anos, não sei ao certo. Quando você se foi, eu peguei o seu porta-retrato com a nossa foto também. Tenho os dois, mas parece pouco. 

Olhando para esse retrato, estou tentando me lembrar da sua voz, de como você falava comigo. Tento recordar também da sua risada. É em vão, não consigo. Por que o tempo faz isso? Por que ele vai desaparecendo com as nossas melhores lembranças? 

Eu ainda me lembro das histórias, mas tenho medo de esquecê-las.  Hoje, me apego aos teus poucos retratos, os quais não me canso de olhar. Enquanto olho, vasculho minhas memórias atrás de outra história sua, outra lembrança nossa.

[+] post publicado: Como eu queria um retrato seu para chamar de meu

© Foto de Alberto Korda. La Niña de la Muñeca de Palo. Havana, Cuba, 1959.

O fotógrafo Alberto Korda (1928-2001), que se tornou mundialmente conhecido pelas fotos de Che Guevara e Fidel durante a Revolução Cubana, considerava esta imagem uma das mais significantes de sua carreira. “Eu nunca pensei em mim como um grande fotógrafo até que fiz esta imagem da menina cubana segurando um pedaço de madeira. A mãe dela me disse que ela fingia que era sua boneca. Esta é a foto pra mim é a mais importante da minha carreira”, afirmou certa vez Alberto Korda. É bom lembrar que Korda é o autor da célebre foto de Che Guevara de cabelos longos, usando boina com uma estrela, considerada o maior ícone gráfico do mundo do século XX.

(via Fernando Rabelo Fotografias Históricas)